O Honda Fit S 2008 vale para quem quer usado de rotina, com espaço de carro maior, boa fama mecânica e vida fácil na cidade, mas só faz sentido com histórico claro.
O motor 1.5 de 105 cv não tenta ser esportivo, ele entrega força suave para trânsito, escola, mercado e estrada curta, sem deixar o motorista sofrendo em retomadas.
O câmbio CVT, a direção elétrica e a tração dianteira deixam o uso leve e previsível; é um carro fácil de manobrar, mas o câmbio precisa ter manutenção comprovada.
O tanque tem 42 litros, faz 11,5 km/l na cidade e 14,9 km/l na estrada, com autonomia de 483 km no uso urbano e até 626 km em rodovia.
O interior alto acomoda cinco pessoas e o porta-malas de 353 litros ajuda no mercado, nas mochilas e na bagagem, sem aquele aperto comum em hatch compacto.
A segurança e o conforto ficam dentro do básico da época, mas o grande equipamento aqui é o projeto inteligente, com cabine alta, bom espaço e uso simples.
Os pontos negativos aparecem no CVT sensível a descuido, na falta de tecnologia moderna e nas peças de acabamento caras, então aparência bonita não basta.
O preço perto de R$ 36 mil muda conforme estado e quilometragem; antes de comprar, olhe câmbio, histórico, interior e sinais de uso com frieza.