Chevrolet Tracker LT 1.0 turbo 2020 é econômico e ágil, mas exige dono ‘chato’ para não virar sócio vitalício da oficina
Pontos Principais:
- Motor 1.0 turbo de 116 cv entrega torque cedo e facilita o uso urbano.
- Consumo chega a 11,9 km/l na cidade e 13,7 km/l na estrada com gasolina.
- Pacote de segurança com seis airbags e cinco estrelas no Latin NCAP.
- Manutenção exige histórico correto, motor turbo não tolera descuido.
- Preço aproximado: R$ 90 mil
- Ver ficha técnica
O Chevrolet Tracker LT 1.0 turbo 2020 não aparece tanto nos classificados por acaso. Sempre que encontro um à venda, a cena se repete: carro alinhado, aparência atual e preço que faz muita gente abandonar a ideia de um zero-quilômetro básico. Já vi esse movimento de perto várias vezes. Quando a compra é bem feita, funciona. Quando é por impulso, vira problema médio com prazo curto.
“Comprar um Chevrolet Tracker LT 1.0 turbo 2020 usado pode ser uma decisão correta quando feita com cabeça fria, e já vi isso funcionar bem mais de uma vez. Gosto do fato de ele ainda parecer atual, ter bom nível de segurança, seis airbags e cinco estrelas no Latin NCAP, além de um motor de 116 cv que responde cedo e facilita a vida na cidade, com consumo perto de 11 km/l urbano e mais de 13 km/l na estrada, algo raro em SUV compacto usado. É um carro que atende bem quem quer conforto, posição de dirigir alta, tecnologia funcional e roda bastante sem exigir paradas constantes, com autonomia acima de 500 km em viagem. Agora, não recomendo para quem trata manutenção como detalhe, esse motor turbo não perdoa troca de óleo atrasada, histórico mal explicado ou descuido com recall, e é aí que surgem os problemas mais relatados. Também não é carro para quem espera desempenho esportivo ou respostas rápidas do câmbio, que privilegia conforto. O custo de seguro e IPVA pesa mais que em hatch, e o acabamento não é imune a ruídos com o tempo. Entre donos satisfeitos, o padrão é carro revisado e cuidado; entre os insatisfeitos, aparecem reclamações de pós-venda, falhas elétricas pontuais e custos altos quando algo dá errado. Em resumo, é um bom usado para quem compra com critério e um erro previsível para quem compra no impulso.”
Primeiro contato ao volante e uso
Ao assumir o volante, a sensação imediata é de facilidade. O Tracker se move sem esforço no trânsito e responde rápido ao acelerador, mérito do torque que aparece cedo. Os 116 cv não empolgam, mas resolvem. Em avenidas mais rápidas, o carro acompanha o fluxo sem parecer sobrecarregado. O câmbio automático de seis marchas prefere suavidade a agilidade, o que deixa claro que esse conjunto foi calibrado para conforto, não para pressa.
Consumo que explica a procura
Dirigindo no dia a dia, fica claro por que esse Tracker mantém valor. Com gasolina, os números giram perto de 11 km/l na cidade e passam dos 13 km/l na estrada. Em viagens, a autonomia supera os 500 km sem esforço. Não existe milagre aqui, mas existe previsibilidade. Saber quanto vai gastar muda a relação com um carro usado.
Vida a bordo e tecnologia que ainda segura
Por dentro, o tempo foi gentil. A posição de dirigir é correta, os comandos são simples e a central multimídia ainda dá conta do recado com integração ao celular. Já levei adultos no banco traseiro sem ouvir reclamação imediata, e o porta-malas de 393 litros resolveu rotina e viagem curta sem improviso. Não impressiona, mas também não decepciona. Isso conta muito depois de alguns anos de uso.
Segurança que pesa na decisão
Aqui o Tracker muda de patamar. Seis airbags, controles de estabilidade e tração e cinco estrelas no Latin NCAP não são detalhe quando se fala em usado. Já vi gente sair de carros antigos e perceber a diferença logo nos primeiros quilômetros. Essa sensação de proteção é um dos maiores argumentos a favor desse modelo.
Manutenção, riscos e o que já vi dar errado
É nesse ponto que muita compra dá errado. O motor 1.0 turbo não aceita descuido. Troca de óleo atrasada e manutenção feita no improviso costumam cobrar caro depois. Existe recall relevante nesse período, e comprar sem checar se foi realizado é erro básico. Também já ouvi relatos de falhas em componentes sensíveis do conjunto. Não é exceção isolada, é padrão quando o histórico não é claro.
Custo para manter e realidade financeira
Manter um Tracker desses custa mais do que um hatch compacto e menos do que um SUV médio. As revisões seguem lógica previsível e não assustam quando o carro está em ordem. O problema aparece quando alguém tenta economizar onde não deve. Seguro e IPVA também entram na conta e precisam ser considerados antes da assinatura do contrato.
Para quem funciona e para quem não funciona
Na prática, faz sentido para quem quer um SUV compacto moderno, seguro e confortável para a rotina, e entende que motor turbo exige atenção constante. Boa compra com critério. Não recomendo para quem quer esquecer manutenção ou espera desempenho além do que ele entrega. Já vi esse erro se repetir. Bem escolhido, o Tracker 2020 cumpre o papel com dignidade. Mal escolhido, transforma economia inicial em arrependimento rápido.
Pontos positivos e negativos no mercado de usados
Pontos positivos no uso real
- Projeto ainda atual para um SUV compacto, mesmo sendo 2020, não passa sensação de carro envelhecido.
- Motor 1.0 turbo com 116 cv entrega torque cedo e facilita a condução no trânsito urbano.
- Consumo previsível, perto de 11 km/l na cidade e acima de 13 km/l na estrada com gasolina.
- Autonomia superior a 500 km em viagens, reduzindo paradas frequentes.
- Pacote de segurança completo para a categoria, com seis airbags e controles eletrônicos.
- Cinco estrelas no Latin NCAP aumentam a percepção de proteção.
- Espaço interno equilibrado e porta-malas de 393 litros atendem bem famílias pequenas.
- Boa liquidez no mercado de usados, fácil de vender e com ampla oferta de peças.
Pontos negativos e principais problemas relatados
- Relatos de problemas no motor 1.0 turbo e custos elevados de reparo, geralmente associados a manutenção fora do padrão.
- Queixas de problemas recorrentes e demora no pós-venda, gerando frustração de proprietários.
- Casos envolvendo falhas elétricas, sensores e acabamento interno que resultaram em longas estadias em oficina.
- Recall relevante no período exige verificação obrigatória antes da compra.
- Câmbio automático prioriza conforto, mas deixa o carro lento em acelerações mais exigentes.
- Acabamento interno simples, com relatos de ruídos e desgaste prematuro.
- Custo de seguro e IPVA mais alto que o de hatches compactos, impacta o orçamento anual.
Ficha Técnica do Chevrolet Tracker LT 1.0 2020
Geral
| Ano | 2020 |
|---|---|
| Propulsão | Combustão |
| Combustível | Flex (álcool/gasolina) |
| Procedência | Nacional |
| Configuração | SUV |
| Porte | Compacto |
| Lugares | 5 |
| Portas | 4 |
| Geração | 3 |
| Plataforma | GEM |
Preço Aproximado
| Valor aproximado | R$ 88.463 |
|---|
Motor
| Instalação | Dianteiro |
|---|---|
| Aspiração | Turbocompressor |
| Disposição | Transversal |
| Alimentação | Injeção multiponto |
| Cilindros | 3 em linha |
| Comando de válvulas | Duplo no cabeçote |
| Tuchos | Hidráulicos |
| Variação do comando | Admissão e escape |
| Cilindrada unitária | 333 cm3 |
| Acionamento do comando | Correia dentada |
| Válvulas por cilindro | 4 |
| Diâmetro do cilindro | 74 mm |
| Razão de compressão | 10,5:1 |
| Curso do pistão | 77,49 mm |
| Deslocamento | 999 cm3 |
| Potência máxima | 116 cv (A), 116 cv (G) a 5500 rpm |
| Torque máximo | 16,8 kgfm (A), 16,3 kgfm (G) a 2000 rpm |
| Código do motor | CSS Prime |
| Peso/potência | 10,59 kg/cv |
| Peso/torque | 73,1 kg/kgfm |
| Torque específico | 16,8 kgfm/litro |
| Potência específica | 116,1 cv/litro |
| Rotação máxima | 6000 rpm |
| Viscosidade do óleo | 5W-30 |
Transmissão
| Tração | Dianteira |
|---|---|
| Câmbio | Automático de 6 marchas |
| Código do câmbio | GF6 |
| Acoplamento | Conversor de torque |
Suspensão
| Dianteira | Independente, McPherson |
|---|---|
| Elemento elástico (dianteira) | Mola helicoidal |
| Traseira | Eixo de torção |
| Elemento elástico (traseira) | Mola helicoidal |
Freios
| Dianteiros | Disco ventilado |
|---|---|
| Traseiros | Tambor |
| Frenagem 100-0 km/h | 40,8 m |
Direção
| Assistência | Elétrica |
|---|---|
| Diâmetro de giro | 10,8 m |
Pneus
| Dianteiros | 215/60 R16 |
|---|---|
| Altura do flanco (dianteiro) | 129 mm |
| Traseiros | 215/60 R16 |
| Altura do flanco (traseiro) | 129 mm |
| Estepe | 115/70 R16 |
Dimensões
| Comprimento | 4270 mm |
|---|---|
| Largura | 1791 mm |
| Distância entre-eixos | 2570 mm |
| Altura | 1624 mm |
| Porta-malas | 393 litros |
| Tanque de combustível | 44 litros |
| Peso | 1228 kg |
| Carga útil | 410 kg |
| Ângulo de entrada | 17 graus |
| Ângulo de saída | 28 graus |
| Altura mínima do solo | 157 mm |
Aerodinâmica
| Área frontal (A) | 2,47 m2 |
|---|---|
| Coef. de arrasto (Cx) | 0,35 |
| Área frontal corrigida | 0,865 m2 |
Desempenho
| Velocidade máxima | 177 km/h |
|---|---|
| Aceleração 0-100 km/h | 10,9 s |
Consumo
| Urbano | 8,2 km/l (álcool), 11,9 km/l (gasolina) |
|---|---|
| Rodoviário | 9,6 km/l (álcool), 13,7 km/l (gasolina) |
Autonomia
| Urbana | 361 km (álcool), 524 km (gasolina) |
|---|---|
| Rodoviária | 422 km (álcool), 603 km (gasolina) |
Equipamentos do Chevrolet Tracker LT 1.0 2020
Segurança
| Freios ABS |
| Airbags frontais |
| Airbags laterais |
| Airbags de cortina |
| Alarme antifurto perimétrico |
| Câmera traseira para manobras |
| Cintos de três pontos para todos os ocupantes |
| Encosto de cabeça para todos os ocupantes |
| Controle de estabilidade |
| Controle de tração |
| Faróis com refletores duplos |
| Faróis com regulagem de altura |
| Limpador e lavador do vidro traseiro |
| Luz traseira de neblina |
| Repetidores laterais das luzes de direção |
| Travamento central das portas |
| Luz de condução diurna |
| Desembaçador do vidro traseiro |
| ISOFIX para fixação de cadeira infantil |
| Assistente de partida em rampa |
| Sensores de estacionamento traseiro |
| Chamada de assistência de emergência |
| Assistência na recuperação veicular |
| Estepe |
Conforto
| Ar-condicionado |
| Zonas de ar-condicionado: 1 |
| Ar quente |
| Direção assistida |
| Banco do motorista com ajuste de altura |
| Apoio de braço para o motorista |
| Câmbio automático |
| Ajuste do volante em altura |
| Ajuste do volante em profundidade |
| Cintos de segurança com ajuste de altura |
| Controle automático de velocidade |
| Limitador de velocidade |
| Controle elétrico dos vidros dianteiros |
| Controle elétrico dos vidros traseiros |
| Ajuste elétrico dos retrovisores |
| Rodas de liga leve |
| Banco traseiro bipartido |
| Banco traseiro rebatível |
| Destravamento interno/remoto do porta-malas |
| Luz no porta-malas |
| Luz no porta-luvas |
| Luz de teto traseira |
| Destravamento interno da tampa de combustível |
| Chave presencial |
| Sistema start-stop |
| Alças de segurança no teto |
Infotenimento
| Rádio |
| Conexão USB |
| Conexão Bluetooth |
| Tomada de 12 volts |
| Volante multifuncional |
| Computador de bordo |
| Conta-giros |
| Termômetro do líquido de arrefecimento |
| Indicador de temperatura externa |
| Espelhamento da tela do celular |
| Roteador Wi-Fi |
Perguntas e respostas sobre Chevrolet Tracker 2020
Qual o valor do Chevrolet Tracker 2020 na tabela FIPE?
O valor do Chevrolet Tracker LT 1.0 Turbo 2020 na tabela FIPE atualmente oscila entre R$ 88.500 e R$ 94.200. Como o mercado de usados está aquecido em 2026, exemplares bem conservados e com revisões em dia podem ser negociados levememente acima dessa referência oficial devido à alta procura.
O Tracker LT é automático?
Sim, o Chevrolet Tracker LT 1.0 Turbo 2020 entrega transmissão automática de 6 marchas de série. O conjunto mecânico foca no conforto urbano e mostra bom equilíbrio nas trocas, embora não ofereça borboletas no volante, exigindo que o motorista use botões na alavanca para trocas manuais.
Qual o consumo real da Tracker 2020 na cidade?
O Chevrolet Tracker LT 1.0 Turbo 2020 registra médias reais de 11,9 km/l com gasolina e 8,2 km/l utilizando etanol. Esses números variam conforme o relevo e o uso do ar-condicionado, mas mostram que o SUV entrega desempenho suficiente sem sacrificar o bolso do proprietário.
O motor 1.0 Turbo da Tracker 2020 é confiável?
A mecânica do Chevrolet Tracker LT 1.0 Turbo 2020 mostra alta confiabilidade desde que respeitado o uso do óleo sintético correto. O sistema utiliza correia dentada banhada a óleo, componente que exige manutenção preventiva rigorosa para evitar danos severos ao motor e garantir a longevidade da turbina.
Como é o espaço no interior da Tracker 2020?
O Chevrolet Tracker LT 1.0 Turbo 2020 oferece conforto adequado e excelente aproveitamento no interior, acomodando bem quatro adultos. O acabamento utiliza materiais honestos e o assoalho traseiro quase plano amplia a sensação de liberdade para as pernas, sendo um ponto forte para famílias com crianças.
Qual a capacidade do porta-malas da Tracker 2020?
O Chevrolet Tracker LT 1.0 Turbo 2020 dispõe de 393 litros de volume no porta-malas, o que exige organização ao viajar. Embora o interior seja amplo, o compartimento de bagagens fica ligeiramente abaixo de concorrentes como o Nissan Kicks, sendo ideal para o uso cotidiano e compras.
Quais os principais itens de série da Tracker LT 2020?
O Chevrolet Tracker LT 1.0 Turbo 2020 entrega um pacote tecnológico agressivo com 6 airbags, central MyLink e Wi-Fi nativo. O modelo também oferece controles de tração e estabilidade, garantindo nota máxima em segurança e conectividade superior para um veículo fabricado em meados de 2020.
Quem compra o Tracker 1.0 Turbo 2020 descobre rápido demais por que um detalhe da revisão divide as oficinas
O Chevrolet Tracker LT 1.0 Turbo 2020 se tornou um dos SUVs compactos mais cobiçados no mercado de usados devido ao preço médio de R$ 90 mil, consumo eficiente que passa dos 13 km/l na estrada e nota máxima em segurança. No entanto, a empolgação inicial da compra costuma dar lugar à preocupação logo na primeira visita ao mecânico. O motivo da controvérsia entre os profissionais das oficinas reside no sistema de correia dentada banhada a óleo do motor CSS Prime: enquanto alguns especialistas defendem que a mecânica é altamente durável e moderna, outros alertam para o risco severo de contaminação e esfarelamento do componente caso o veículo não tenha histórico comprovado de manutenção.
A grande divisão nos diagnósticos ocorre porque a tecnologia exige o uso rigoroso do óleo sintético com a especificação exata do fabricante (5W-30) e trocas no tempo correto. Quando o dono anterior negligencia essa rotina ou utiliza lubrificantes incorretos, os resíduos da correia desgastada começam a soltar partículas que entopem o pescado de óleo e a bomba de vácuo, gerando falhas na lubrificação e o risco iminente de fundir o motor turbo. Dessa forma, o SUV que impressiona no teste de rodagem pela agilidade e conforto exige um comprador atento e criterioso, capaz de checar o histórico de revisões antes de fechar o negócio para não transformar a economia inicial em uma conta salgada na oficina.
Falhas no Stabilitrak e câmbio preocupam donos
A falha eletrônica ligada ao sistema Stabilitrak aparece entre as reclamações mais preocupantes do Chevrolet Tracker. Proprietários relatam aviso no painel, endurecimento da direção elétrica e, em situações mais graves, redução inesperada da potência do motor durante a condução. Segundo o mecânico ouvido pela Autoesporte, o problema seria mais recorrente em unidades fabricadas antes de 2022 e também aparece em Onix e Onix Plus, que compartilham componentes eletrônicos com o SUV.
Outro defeito citado envolve o câmbio automático de seis marchas. Mesmo com a alavanca posicionada em P, o computador de bordo pode continuar pedindo que o motorista coloque a transmissão nessa posição. Há relatos de carros que não permitem desligar o motor enquanto o sistema não reconhece corretamente a posição da alavanca, obrigando o proprietário a movimentá-la repetidas vezes até o aviso desaparecer.
Em alguns casos, a falha do câmbio pode ser resolvida por reprogramação eletrônica, mas situações mais graves podem exigir reparos na própria alavanca ou em seus componentes. A reportagem original cita orçamentos de cerca de R$ 2 mil para substituição da alavanca e alerta de que determinados consertos podem superar R$ 3 mil, especialmente quando a trava é danificada após várias tentativas de movimentação.
Ele custa R$ 90 mil e faz 13 km/l, mas existe uma mensagem no painel que prende você dentro do carro
O Chevrolet Tracker 2020 atrai milhares de compradores no mercado de usados pelo preço na casa dos R$ 90 mil, consumo eficiente que passa de 13 km/l e excelente pacote de segurança. No entanto, um defeito recorrente na transmissão automática tem transformado a rotina de muitos proprietários em um verdadeiro teste de paciência. Ao estacionar e colocar a alavanca na posição P (Park), um erro de leitura no sensor faz o computador de bordo emitir um alerta contínuo exigindo que o motorista engate a marcha correta — mesmo que ela já esteja posicionada. O resultado é uma situação bizarra: o sistema eletrônico se recusa a desligar o motor ou liberar a chave do contato, deixando o condutor momentaneamente “preso” no banco enquanto chacoalha a alavanca repetidamente na tentativa de fazer o painel reconhecer o comando.
Essa falha no módulo ou no microinterruptor da alavanca não é apenas um transtorno diário ao chegar em casa ou no trabalho, mas também um risco direto ao orçamento. Dependendo da gravidade e do nível de desgaste provocado pelas tentativas forçadas de movimentação, o conserto pode exigir desde uma simples reprogramação eletrônica até a substituição completa do conjunto do câmbio, com orçamentos em oficinas e concessionárias que variam entre R$ 2 mil e R$ 3 mil. Somado aos alertas eventuais do sistema de estabilidade Stabilitrak, que podem endurecer a direção elétrica e cortar a potência do motor em pleno uso, o problema acende um sinal de alerta para quem pretende comprar o SUV usado sem antes testar minuciosamente a transmissão e o histórico de diagnósticos da eletrônica.
*Com informações de QuatroRodas, AutoEsporte e Reclameaqui.
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