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Quantos km por litro faz o Volkswagen Golf 2011 GT 2.0 Flex Manual? Veja Ficha Técnica, Especificações, Equipamentos, Consumo, Fotos e Preço

Volkswagen Golf GT 2.0 2011 tem motor EA113 flex, câmbio manual de cinco marchas, porta-malas de 330 litros, tanque de 55 litros e velocidade máxima de 203 km/h.

Quantos km por litro faz o Volkswagen Golf 2011 GT 2.0 Flex Manual? Veja Ficha Técnica, Especificações, Equipamentos, Consumo, Fotos e Preço

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Pontos Principais:

  • O motor 2.0 EA113 flex trabalha com câmbio manual de cinco marchas e tração dianteira.
  • A aceleração de 0 a 100 km/h leva 9,6 segundos e a velocidade máxima chega a 203 km/h.
  • O porta-malas leva 330 litros, enquanto o tanque de combustível comporta 55 litros.
  • O consumo chega a 10 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada com gasolina.
  • O Volkswagen Golf GT 2.0 2011 custa R$ 50.294.

O Golf GT 2.0 2011 tenta algo que poucos carros conseguem depois de tantos anos: convencer pelo jeito de andar antes que a idade, o consumo e a manutenção comecem a pesar, mas será que ainda vale comprar um exemplar usado hoje.

O Golf GT 2.0 2011 serve a quem quer um hatch médio gostoso de dirigir e ainda vale como usado, desde que a manutenção esteja em dia.
O Golf GT 2.0 2011 serve a quem quer um hatch médio gostoso de dirigir e ainda vale como usado, desde que a manutenção esteja em dia.

A resposta aparece nos primeiros quilômetros, porque direção, posição ao volante e estabilidade ainda lembram por que o Golf construiu uma legião de fãs, porém o motor 2.0 aspirado e alguns pontos de manutenção deixam claro que escolher pelo emblema GT sem examinar o carro pode sair caro.

Em 2011, o Brasil comprava carros como nunca e o Golf tentava não envelhecer

O Volkswagen Golf 2011 chegou a um Brasil embalado por Michel Teló e “Ai Se Eu Te Pego”, enquanto Adele dominava paradas internacionais e “Fina Estampa” ocupava o horário nobre, smartphones começavam a mudar hábitos, o crédito sustentava o consumo e o mercado automotivo vivia um ano recorde, com a Fenabrave registrando 5,7 milhões de veículos emplacados entre todos os segmentos.

A economia brasileira ainda crescia, embora em ritmo menor que no ano anterior, a inflação oficial fecharia 2011 em 6,5%, a gasolina custava em média R$ 2,731 por litro no país e o consumidor começava a olhar com mais atenção para combustível e equipamentos, enquanto Hyundai i30 e Ford Focus pressionavam os hatches médios e o Golf nacional, baseado numa arquitetura mais antiga, precisava compensar a idade com dirigibilidade, acabamento e uma versão de aparência esportiva.

O GT nasceu para quem ainda queria um Golf com temperamento

Depois da despedida do GTI 1.8 turbo, o GT assumiu o papel de Golf com aparência mais esportiva sem tentar repetir o desempenho do antigo topo de linha, usando o conhecido 2.0 aspirado de oito válvulas para atender quem queria um hatch médio para cidade e estrada, com boa posição de dirigir, estabilidade acima da média e acabamento mais caprichado que o encontrado em compactos, justamente quando o i30 avançava sobre um Golf que já carregava muitos anos de projeto.

O 2.0 não assusta no papel, mas trabalha bem onde motorista realmente usa

O motor 2.0 de até 120 cv responde cedo e encara cidade e estrada sem esforço, com fôlego suficiente para subidas e ultrapassagens.
O motor 2.0 de até 120 cv responde cedo e encara cidade e estrada sem esforço, com fôlego suficiente para subidas e ultrapassagens.

O EA113 2.0 flex entrega 116 cv com gasolina e 120 cv com etanol, acompanhado de torque máximo de 17,7 e 18,3 kgfm em baixa rotação, no GT manual a força passa por um câmbio de cinco marchas MQ250 e isso produz respostas agradáveis no trânsito, retomadas honestas e 0 a 100 km/h na casa dos 9,6 segundos, enquanto a suspensão dianteira McPherson e o eixo de torção traseiro formam um acerto firme sem transformar cada remendo do asfalto em pancada, porém os 7,5 km/l urbanos com etanol mostram que economia nunca foi sua especialidade.

Por dentro, quatro adultos viajam melhor do que cinco

A cabine leva cinco pessoas, mas quatro adultos viajam melhor, com posição de dirigir baixa, comandos simples e espaço traseiro apenas razoável.
A cabine leva cinco pessoas, mas quatro adultos viajam melhor, com posição de dirigir baixa, comandos simples e espaço traseiro apenas razoável.

Com 2,51 metros entre os eixos, o Golf não oferece a mesma folga traseira de rivais mais modernos e três adultos atrás ficam apertados, mas motorista e passageiro encontram bancos bem posicionados, comandos fáceis de alcançar e uma postura de condução que ainda agrada em viagens, enquanto o porta-malas de 330 litros resolve a rotina de um casal ou de uma família pequena sem fazer milagres e a visibilidade externa continua boa para um hatch médio dessa época.

A graxa começa a aparecer na correia, na bomba d’água e na suspensão

O EA113 aspirado é conhecido pelas oficinas e não carrega a fama de desastre mecânico, mas exige olhar atento para correia dentada, tensor e bomba d’água, porque a bomba é acionada pelo mesmo sistema e uma falha pode comprometer o sincronismo do motor, também aparecem problemas de bobina, cabos e velas provocando engasgos, casos de borra em motores negligenciados, vazamentos de óleo, respiro do cárter obstruído e uma peculiaridade importante na polia do virabrequim, cuja parte amortecedora pode se deslocar e enganar a referência usada durante a troca da correia.

Um Golf silencioso no test-drive vale mais do que um carro cheio de acessórios

Na suspensão dianteira, pivôs, batentes e buchas de bandeja gastos entregam sua presença com pancadas e folgas, a direção hidráulica merece inspeção de mangueiras, bomba e caixa em busca de vazamentos, o sistema de climatização pode perder líquido pelo radiador de ar quente instalado atrás do painel e exemplares com teto solar devem ser examinados por dentro do forro, porque marcas de umidade, cheiro de mofo e drenagem obstruída podem transformar uma pequena infiltração em uma sequência de serviços elétricos e de acabamento.

Peças existem, mas abandono de manutenção muda completamente a conta

O lado favorável do Golf GT está na mecânica amplamente conhecida por oficinas independentes e na oferta de componentes para o EA113, suspensão, freios e transmissão manual, porém seguro historicamente alto, consumo urbano pesado e peças específicas de acabamento, teto solar ou climatização podem elevar a despesa, por isso um carro com correia sem histórico, óleo escuro, reservatório de arrefecimento contaminado, direção vazando e suspensão batendo deixa de ser uma compra interessante mesmo quando a carroceria parece impecável.

No mercado de usados, o estado do carro importa mais que a idade

A referência oficial da Fipe para setembro de 2026 coloca o Golf GT 2.0 manual 2011 no código 005278-7, mas a cotação deve servir apenas como parâmetro porque conservação e histórico alteram completamente o negócio, diante de rivais como Hyundai i30 e Ford Focus da mesma época o Golf responde com uma mecânica conhecida e uma direção que envelheceu muito bem, embora entregue menos espaço que o Focus e não tenha causado o mesmo impacto visual que o i30 provocava quando novo.

O Golf GT 2.0 envelheceu mais no calendário do que ao volante

Vale para quem gosta de dirigir, aceita consumo de motor 2.0 aspirado e está disposto a procurar um carro com manutenção documentada, enquanto deve ser evitado por quem quer baixo consumo, banco traseiro espaçoso ou pretende comprar o primeiro exemplar barato que aparecer, porque o verdadeiro legado desse GT está menos na sigla esportiva e mais no chassi bem acertado, na direção precisa e naquela sensação rara de que motorista e carro estão conversando, desde que a oficina não tenha sido esquecida nos últimos quinze anos.

Ficha Técnica do Volkswagen Golf GT 2.0 2011

Informações gerais

Ano 2011
Propulsão Combustão
Combustível Flex (álcool/gasolina)
Procedência Nacional
Garantia 1 ano
Configuração Hatchback
Porte Médio
Lugares 5
Portas 4
Geração 4
Plataforma PQ34
Nota do leitor 9,3
Índice CNW 476,28
Ranking CNW 18846
Euro NCAP 5 estrelas
Proteção de adultos 80%
Proteção infantil 86%
Proteção a pedestres 85%
Assistência de segurança 79%

Motor

Instalação Dianteiro
Aspiração Natural
Disposição Transversal
Alimentação Injeção multiponto
Cilindros 4 em linha
Comando de válvulas Único no cabeçote
Tuchos Hidráulicos
Cilindrada unitária 496 cm³
Acionamento do comando Correia dentada
Válvulas por cilindro 2
Diâmetro do cilindro 82,5 mm
Curso do pistão 92,8 mm
Razão de compressão 11,5:1
Potência máxima 120 cv (A) / 116 cv (G) a 5.250 rpm
Código do motor EA113
Torque máximo 18,3 kgfm (A) / 17,7 kgfm (G) a 2.250 rpm
Peso/potência 10,51 kg/cv
Torque específico 9,2 kgfm/litro
Peso/torque 68,9 kg/kgfm
Potência específica 60,5 cv/litro
Viscosidade do óleo 5W-40

Câmbio e tração

Tração Dianteira
Câmbio Manual de 5 marchas
Código do câmbio MQ250
Acoplamento Embreagem monodisco a seco

Suspensão

Suspensão dianteira Independente, McPherson
Elemento elástico dianteiro Mola helicoidal
Suspensão traseira Eixo de torção
Elemento elástico traseiro Mola helicoidal

Direção e freios

Assistência da direção Hidráulica
Diâmetro de giro Não informado
Freios dianteiros Discos ventilados
Freios traseiros Discos sólidos

Rodas e pneus

Pneus dianteiros 205/55 R16
Altura do flanco dianteiro 113 mm
Pneus traseiros 205/55 R16
Altura do flanco traseiro 113 mm

Dimensões e capacidades

Largura 1.735 mm
Distância entre-eixos 2.515 mm
Altura 1.457 mm
Porta-malas 330 litros
Tanque de combustível 55 litros
Carga útil 530 kg
Reboque sem freio 600 kg
Reboque com freio 1.000 kg

Desempenho

Velocidade máxima 203 km/h
Aceleração de 0 a 100 km/h 9,6 segundos

Consumo

Consumo urbano 7,5 km/l (A) / 10 km/l (G)
Consumo rodoviário 10,5 km/l (A) / 13,2 km/l (G)

Autonomia

Autonomia urbana 413 km (A) / 550 km (G)
Autonomia rodoviária 578 km (A) / 726 km (G)

Equipamentos

Equipamentos Não informados
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