Honda Fit usado: 5 versões confiáveis com preços entre R$ 30 mil e R$ 63 mil
O Honda Fit usado ainda faz sentido porque reúne mecânica confiável, cabine surpreendentemente aproveitável e versões que começam perto dos R$ 30 mil, uma combinação difícil de encontrar em carros que envelheceram sem perder tanta utilidade, embora os preços já mostrem como essa boa fama também passou a custar caro.
A graça do Fit nunca esteve em parecer esportivo ou sofisticado demais, mas em resolver a vida de quem precisa levar gente, compras, malas e objetos grandes sem transformar cada saída em um quebra-cabeça, só que entre uma geração e outra mudam câmbio, desempenho, equipamentos e até o quanto vale a pena pagar pela tranquilidade.
Honda Fit Twist 2013 e 2014

O Fit Twist é aquele carro que resolveu vestir roupa de aventura sem realmente querer sair do asfalto, com para-choques próprios, molduras nos para-lamas e rack de teto que dão mais presença ao desenho da segunda geração, enquanto o conhecido motor 1.5 flex de até 116 cv trabalha com câmbio automático de cinco marchas e mantém uma condução tranquila, conjunto encontrado nos anúncios pesquisados por valores na casa de R$ 52.990.
Por dentro ele continua sendo um Fit de verdade, com a praticidade que tornou o modelo famoso e uma cabine fácil de usar no cotidiano, mas acrescenta itens como rodas de liga leve, sensores de estacionamento, volante multifuncional, faróis de neblina e computador de bordo, tornando-se interessante para quem gosta do visual diferenciado sem querer abandonar uma mecânica já conhecida pelo mercado.
Honda Fit LXL 2007 e 2008

É difícil olhar para um Fit LXL de primeira geração e imaginar quanto espaço existe dentro daqueles 3,83 metros de comprimento, porque o assoalho plano e o banco Magic Seat transformam a pequena carroceria em uma espécie de canivete suíço sobre rodas, enquanto o motor 1.4 flex de até 83 cv pode aparecer com câmbio manual de cinco marchas ou CVT e os exemplares anunciados partem de aproximadamente R$ 30.900.
Não existe pressa aqui, existe praticidade, com direção elétrica leve, boa visibilidade, ar-condicionado, vidros e retrovisores elétricos e um porta-malas de 380 litros que ainda hoje constrange alguns carros maiores, mas justamente por ser uma das portas de entrada mais baratas para o universo Fit é preciso separar um exemplar realmente conservado daqueles que apenas sobreviveram aos últimos quase vinte anos.
Honda Fit EXL 2015 a 2021

Quem entra em um Fit EXL depois de conhecer as versões mais simples percebe rapidamente onde foi parar o dinheiro extra, porque acabamento mais elaborado, bancos revestidos de couro, ar-condicionado digital, multimídia, câmera de ré e equipamentos adicionais de segurança deixam o monovolume com uma sensação muito mais completa, enquanto as unidades encontradas na pesquisa aparecem por preços próximos de R$ 63.900.
A mecânica continua baseada no motor 1.5 flex da terceira geração e preserva aquela combinação de economia, espaço e facilidade de condução que acompanha o Fit desde o começo, mas dependendo do ano o pacote pode trazer ainda airbags laterais e de cortina, controles de estabilidade e tração, chave presencial e partida por botão, fazendo desta uma escolha mais cara porém muito distante da simplicidade dos primeiros Fit.
Honda Fit LX 2009 a 2012

A segunda geração fez o Fit crescer sem destruir aquilo que funcionava, trazendo carroceria mais moderna, melhor isolamento acústico, entre-eixos maior e porta-malas de 384 litros, enquanto o motor 1.4 flex de até 101 cv pode trabalhar com câmbio manual ou automático convencional de cinco marchas e coloca exemplares LX no mercado por cerca de R$ 39.900.
Ele funciona particularmente bem para quem quer um carro urbano que não pareça minúsculo quando a família entra, porque direção elétrica, ar-condicionado, computador de bordo e o versátil Magic Seat ajudam no cotidiano sem exigir uma carroceria grande, enquanto o consumo informado para as versões automáticas pode chegar a 12,2 km/l na cidade e 13,6 km/l na estrada com gasolina.
Honda Fit DX 2015

O Fit DX da terceira geração talvez seja o ponto em que o modelo finalmente deixou para trás aquela sensação de carro apenas racional, porque a nova plataforma trouxe estrutura mais rígida, cabine mais madura e um motor 1.5 flex de até 116 cv que com câmbio CVT levou o carro de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos no teste da Autoesporte, com anúncios encontrados ao redor de R$ 59.900.
Mesmo sendo a configuração de entrada, ele entrega direção elétrica, ar-condicionado, computador de bordo, travas elétricas e o indispensável Magic Seat, enquanto alguns exemplares mais recentes podem adicionar controles de estabilidade e tração e assistente de partida em rampas, transformando o DX em uma maneira menos cara de chegar à geração mais moderna do Fit produzida no Brasil.
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